Fotografia documental de família sem poses artificiais.
Apenas a beleza crua da sua rotina.
E o cansaço da segunda-feira e a tarde no parque no domingo. E o bebe no colo e a criança correndo num lugar lindo que vocês amam. E humor, pausa, beleza, rotina — tudo junto, sem hierarquia. Meu trabalho e perceber qual linguagem faz mais sentido para guardar a sua.
Eu fotografo o que aparece quando a família não precisa interromper a própria vida para caber numa imagem. A luz da casa, o brinquedo no chão, a criança no próprio mundo, o colo, o gesto rápido, a pausa no meio da correria.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
A casa não precisa estar impecável. A bagunça dos brinquedos, a louça na pia depois do almoço e os sapatos espalhados são parte da narrativa da vida de vocês agora. É o cenário real de memórias reais.
O que me interessa não é performance. A beleza do documental mora na distração. Vocês não vão posar para mim; vão apenas viver o dia de vocês enquanto eu registro a poesia que existe nisso.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Tudo isso pode guardar uma verdade que uma pose nem sempre alcança. Minha presença é discreta. Meu trabalho é perceber o que já está ali.
Um bate-papo para entender a
rotina de vocês, o que valorizam
e alinharmos as expectativas do
registro.
Passo um período do dia na casa
de vocês. Sem direções, apenas
documentando a vida acontecendo.
Uma curadoria editorial em
formato digital e,
opcionalmente, um fotolivro
impresso para guardar as
memórias.